
Dizem que São Francisco, há 800 anos, pregava aos bichos. Mas a verdade é outra. Não era o santo que pregava aos animais; eram os animais que lhe ensinavam a sua sabedoria. Por isso todos o amam. Ele nos faz lembrar um jeito de ser de plantas e bichos de que nos esquecemos e de que queremos nos lembrar, para sermos menos infelizes.
Mario Quintana, o poeta do amor.
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